segunda-feira, 23 de abril de 2012
Vitória dos moradores combatentes do Assentamento Canaã… Só a Luta faz Valer!
Três meses de organização, correria, noites perdidas e muita luta, foi o que as companheiras e os companheiros do Assentamento Canaã enfretaram. Vários momentos árduos, preocupantes, tensos… que no final da conta trouxe um grande retorno.
No dia 19 de abril de 2012 foi decretado que a terra pela qual foi travada muita luta é realmente dos moradores que estiveram e permanecerão em luta. Um dia de comemoração pelos dois anos de resistência nessa região, um dia de comemoração pelas conquista que foram adquiridas nesses três meses.
Parabéns Companheiras e Companheiros, essa TERRA É NOSSA! CANAÃ É NOSSA!
É a prova que Só a Luta Faz Valer…
É a prova que a História são os Pobres que as fazem e que a Vitória está nas mãos de quem Peleia!
Continuaremos sempre em luta, pois os golpes da especulação imobiliária ainda irá continuar. Há vários Pinheirinhos, vários Canaãs que precisará de força, apoio mútuo e organização popular!
Povo na rua, pra resistir, pra lutar é Povo que avança para o Poder Popular!
Só a luta faz valer! (José Pinto)
http://www.youtube.com/watch?v=JEfYAyBim3k&feature=player_embedded
http://rusgalibertaria.wordpress.com/2012/04/20/vitoria-dos-moradores-combatentes-do-assentamento-canaa-so-a-luta-faz-valer/
sexta-feira, 13 de abril de 2012
3º Cine Sociais: 48 anos do Golpe Militar no Brasil. O Cheiro de Sangue Ainda Está Presente, Os Assassinos Ainda Estão Soltos!
Há muito tempo não é presenciado na Universidade Federal de Mato Grosso, Universidade que surgiu no periodo da Ditadura Militar no Brasil, um debate sobre esse tema. Tema que até hoje em dia é motivo para gerar grande silêncio do Estado. Muitas pessoas até os dias atuais não foram encontradas, nem seus corpos revelados onde possivelmente devem ter sido desovados.
Essa atividade em parceria com o Centro Acadêmico de Ciências Sociais da UFMT, gestão IKO Tema, é a tentativa de retomar essa discussão de grande importância, pois ainda vivemos muitas práticas que eram da Ditadura.
O documentário escolhido, Cidadão Beilesen, irá reatratar como o empresário dinamarquês naturalizado brasileiro, Henning Boilesen, teve participação direta e indiretamente na Ditadura.
Data: 20/04/2012
Local: Auditório 2 - ICHS/UFMT
Horas: 19 horas
Mediadora: Bruna Pastore
Duração do documentário: 90 minutos.
Essa atividade em parceria com o Centro Acadêmico de Ciências Sociais da UFMT, gestão IKO Tema, é a tentativa de retomar essa discussão de grande importância, pois ainda vivemos muitas práticas que eram da Ditadura.
O documentário escolhido, Cidadão Beilesen, irá reatratar como o empresário dinamarquês naturalizado brasileiro, Henning Boilesen, teve participação direta e indiretamente na Ditadura.
Data: 20/04/2012
Local: Auditório 2 - ICHS/UFMT
Horas: 19 horas
Mediadora: Bruna Pastore
Duração do documentário: 90 minutos.
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Caso Canaã! Direito a Moradia em questão.
Os movimentos sociais organizados em torno da luta pela moradia em Cuiabá e pela permanência dos moradores do Assentamento Canaã em suas moradias, convida para o debate todas as pessoas interessadas e apoiadoras dessa luta.
"Eu luto hoje, luto amanha. Somos todos Assentamento Canaã!"
Pois, "quando morar é um privilégio. Ocupar é um direito!"
MANIFESTO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS EM SOLIDARIEDADE AO ASSENTAMENTO CANAÃ SOMOS TODOS CANAÃ!
Os movimentos sociais vem a público manifestar seu apoio e solidariedade aos moradores do Assentamento Canaã. O assentamento existe a mais de 2 anos onde convivem cerca de 350 famílias, na sua grande maioria crianças, mulheres e idosos. Essas famílias podem a qualquer momento serem despejadas de suas casas por decisão judicial. É importante frisar que a mesma justiça que diz querer garantir o direito a propriedade, parece apagar da constituição o direito a moradia e a função social que a propriedade deveria ter. Viemos a público cobrar do governo federal, estadual e municipal uma solução imediata e pacífica dessa situação, pois, não é possível em pleno século XXI às questões sociais serem tratadas como questão de polícia, e assim, que deve ser tratada a situação do Assentamento Canaã como um problema social, onde grande parte de brasileiros não consegue ler o mínimo para suas necessidades imediatas e vivem a margem da sociedade sem direito a emprego, saúde, educação e nesse caso, a moradia. Dessa forma viemos a público reafirmar nosso compromisso com os moradores do Assentamento Canaã e que estaremos juntos nessa batalha para que situações como essas não aconteçam como foi o caso de Pinheirinho em São José dos Campos e que injustiças como essa não aconteça em terras mato-grossenses.
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Assinam esse manifesto:
MST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra)
FORUM NACIONAL DE DIREITOS HUMANOS
INTERSINDICAL (Instrumento de Luta e Organização da Classe Trabalhora)
OPOSIÇÃO CORREIOS
RESISTÊNCIA POPULAR-MT
ALTERNATIVA SINDICAL SOCIALISTA
CENTRO BURNIER FÉ E JUSTIÇA
MRS (Movimento Rumo ao Socialismo)
MAMA (Movimento Articulado de Mulheres Amazônicas)
SINDIMED (Sindicato dos Médicos do Estado de MT)
SINETRAN (Sindicato dos Servidores do Dep. Estadual de Trânsito do Estado de MT)
SINDJUFE (Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário Federal do Estado de MT)
DCE UNIC (Diretório Central dos Estudantes)
CSP CONLUTAS
UNE PELA BASE
CONTRAPONTO
PSOL (Partido Socialismo e Liberdade)
COMITE POPULAR DE DEFESA DO MEIO AMBIENTE
RUSGA LIBERTÁRIA - FAO
COMITE EM DEFESA DA SAÚDE PÚBLICA
ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES DO ASSENTAMENTO CANAÃ
FRENTE DE LUTA DOS CENTROS ACADÊMICOS
COLETIVO BARRICADAS ABREM CAMINHOS
CAEF (Centro Acadêmico de Eng. Florestal UFMT)
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Assinam esse manifesto:
MST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra)
FORUM NACIONAL DE DIREITOS HUMANOS
INTERSINDICAL (Instrumento de Luta e Organização da Classe Trabalhora)
OPOSIÇÃO CORREIOS
RESISTÊNCIA POPULAR-MT
ALTERNATIVA SINDICAL SOCIALISTA
CENTRO BURNIER FÉ E JUSTIÇA
MRS (Movimento Rumo ao Socialismo)
MAMA (Movimento Articulado de Mulheres Amazônicas)
SINDIMED (Sindicato dos Médicos do Estado de MT)
SINETRAN (Sindicato dos Servidores do Dep. Estadual de Trânsito do Estado de MT)
SINDJUFE (Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário Federal do Estado de MT)
DCE UNIC (Diretório Central dos Estudantes)
CSP CONLUTAS
UNE PELA BASE
CONTRAPONTO
PSOL (Partido Socialismo e Liberdade)
COMITE POPULAR DE DEFESA DO MEIO AMBIENTE
RUSGA LIBERTÁRIA - FAO
COMITE EM DEFESA DA SAÚDE PÚBLICA
ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES DO ASSENTAMENTO CANAÃ
FRENTE DE LUTA DOS CENTROS ACADÊMICOS
COLETIVO BARRICADAS ABREM CAMINHOS
CAEF (Centro Acadêmico de Eng. Florestal UFMT)
quinta-feira, 29 de março de 2012
E à medida que o caixão descia para sempre... 44 anos do assassinato de Édson Luís
Resistência Popular Alagoas ![]() População foi às ruas protestar contra o assassinato do estudante vítima da ditadura militar há mais de quarenta anos. Edson Luís se tornou um símbolo de como a juventude sucumbe à violência do Estado, principalmente quando se trata de jovens da periferia. |
No fim da tarde do dia 28 de março de 1968, por volta das 18h, foi assassinado o jovem paraense, estudante secundarista, que recém completara 18 anos, Edson Luís de Lima Souto. O estudante jantava momentos antes de mais uma manifestação da Frente Unida dos Estudantes do Calabouço, no restaurante Calabouço, cidade do Rio de Janeiro. Os estudantes protestavam simplesmente “contra o aumento do preço da refeição, que consideraram abusivo, e pela conclusão das obras do restaurante” (Valle, 1998).
Um protesto “simples”, considerando suas reivindicações e por ser uma ação corriqueira naquele espaço, porém, realizado num momento de tensão política e social, em pleno ano de 1968. O Calabouço funcionava em outro local e acabou demolido sem explicação confessa. Porém, acredita-se que a demolição ocorrera em virtude dos preparativos para uma reunião do Fundo Monetário Internacional, no Museu de Arte Moderna, próximo do antigo restaurante.
Não se tratava de mais uma pessoa que “fora suicidada” (justificativa bastante utilizada pelos torturadores – como no caso do assassinato do jornalista Vladimir Herzog, o Vlado) ou então “apenas” mais um caso de “desaparecimento” (outra justificativa exaustivamente utilizada pelos partidários do Golpe). Tratava-se, isto sim, de um assassinato! Aos olhos de todos e todas que se faziam presentes naquele restaurante ou ao seu redor, a exemplo dos jornalistas Ziraldo e Zuenir Ventura, que estavam na redação de uma revista que tinha sede próxima ao Calabouço.
Com um tiro no peito, caiu morto “um jovem que poderia ser seu filho” – frase que se tornou uma consigna nas grandes manifestações do enterro, das missas de Édson Luís e até na passeata dos 100 mil. Na tentativa, frustrada e ridícula, de justificar o assassinato, o General Osvaldo Niemeyer Lisboa, superintendente da Polícia Executiva, afirmou que “a polícia estava inferiorizada em poder de fogo” (Poerner, 1979). Aqueles estudantes – e desconheço relatos que afirmem o contrário – estavam “armados” com paus, pedras, garfos, facas, pratos...“Armas” encontradas em qualquer restaurante ou rua ontem e hoje. Mesmo assim, esse militar tenta justificar com tal argumento.
Além disso, a edição do jornal estudantil O Metropolitano, de abril de 1968, ao falar sobre a brutalidade da violência policial, ressalta que a prova de tal brutalidade residia não apenas no assassinato do estudante, mas, também, nas “diversas perfurações a poucos centímetros do chão, nas paredes do restaurante. Pelo menos seis dessas perfurações se encontravam a metro e meio do solo”. (in Valle, 1998). Ou seja, atiraram para matar, de fato!
Frente ao ocorrido, o jornal que fazia oposição à ditadura civil-militar no Brasil, Correio da manhã, no editorial do dia seguinte (29 de março de 1968), posiciona-se sem a farsa da imparcialidade:
“Estudantes reuniram-se ontem, no Calabouço, para protestar contra as precárias condições de higiene do seu restaurante. Protesto justo e correto. (...) Apesar da legitimidade do protesto estudantil, a Polícia Militar decidiu intervir. E o fez à bala. (...) Não agiu a Polícia Militar como Força Pública. Agiu como bando de assassinos. Diante dessa evidência cessa toda discussão sobre se os estudantes tinham ou não razão - e tinham. E cessam os debates porque fomos colocados ante uma cena de selvageria que só pela sua própria brutalidade se explica. Atirando contra jovens desarmados, atirando a esmo, ensandecida pelo desejo de oferecer à cidade mais um festival de sangue e morte, a Polícia Militar conseguiu coroar, com esse assassinato coletivo, a sua ação, inspirada na violência e só na violência. Barbárie e covardia foram a tônica bestial de sua ação, ontem. O ato de depredação dos restaurante pelos policiais, após a fuzilaria e a chacina, é o atestado que a Polícia Militar passou a si própria, de que sua intervenção não obedeceu a outro propósito senão o de implantar o terror na Guanabara. Diante de tudo isso, depois de tudo isso, é possível ainda discutir alguma coisa? Não, e não. A Guanabara, cidade civilizada e centro cultural do Brasil, não perdoará os assassinos”. (in Valle, 1998).
Com as ruas escuras, as luzes dos postes apagadas, mesmo já sendo à noite, as “autoridades da ditadura” efetuavam mais uma tentativa frustrada de “abafar” o que estava acontecendo, inclusive para que a população não lesse os diversos cartazes empunhados pelas que participavam do cortejo fúnebre. E, à medida que o caixão de Édson Luís de Lima Souto descia para sempre, em várias partes do cemitério de São João Batista, na capital fluminense, ali e em várias partes do Brasil, o juramento era feito e compartilhado: “neste luto começa a luta!”.
Pelo direito à Memória... Pela necessidade da luta!
Passaram-se 44 anos daquele fim de tarde. Mais de quatro décadas e a violência de Estado continua presente como sempre esteve. Em breve, no dia 1º de abril (considero essa data, mesmo sabendo que alguns defendem que o “aniversário” do golpe seja em 31 de março), completa-se 48 anos do golpe civil-militar de 1964. São 48 anos de impunidade, de “verdade velada” (e não revelada).
Mesmo com uma presidenta e vários parlamentares que sofreram na pele as consequências do golpe, a maior parte dos arquivos da ditadura (ou, ao menos, aqueles que ainda não foram destruídos – prática comum entre os partidários do regime militar) continua guardada por diversas chaves e sob os olhares atentos dos generais que hoje, no lugar da punição por seus atos, vivem confortavelmente e desfilam como símbolos vivos de um país que não se importa nem mesmo com sua História. A Comissão da Verdade continua “no papel”. Um engodo que, ao que parece, no máximo, produzirá alguns novos documentos com informações não tão novas assim. E pronto.
Baseados na argumentação de que a Lei da Anistia sela a conciliação nacional, torturadores e demais partidários do silêncio que deriva do medo, continuam impunes. E diversas mortes (seja a de Édson Luís, Vlado ou o alagoano Manuel Fiel Filho - para citar apenas alguns nomes entre tantos “suicidados” e “desaparecidos” conhecidos e anônimos) sejam tratadas como meras “fatalidades”. De acordo com o que foi afirmado pelo cientista social Bruno Lima Rocha:
Negar que o Estado brasileiro deliberadamente torturou, matou, cometeu desaparição forçada, violentou, liberou seus chacais para saque e botim de bens de opositores é negar a história do país. [...] Infelizmente esta mesma negação do óbvio faz com que tenhamos aprovado a Anistia para criminosos oficiais e, ao contrário, das demais democracias do ConeSul, sermos o país que menos puniu a seus antigos algozes. (2012)
Hoje, de forma explícita ou “legal”, a exemplo da máquina de extermínio permitida por lei que recebe o significativo nome de Caveirão; ou de meios mais sofisticados, vários jovens como Édson Luís de Lima Souto continuam sendo silenciados e/ou assassinados diariamente, em especial, nas periferias das cidades. Crimes de intolerância parecem ser cada vez mais tolerados pelos quatro poderes (Executivo, Legislativo, Judiciário e Midiático). Aqui e acolá, crimes de ódio às diferenças tornam-se comuns. Por outro lado, as manifestações “por paz” parecem tentativas de conforto pessoal e, de tão estéreis, soam irônicas. As feridas no tão surrado Direitos Humanos continuam abertas. E assim continuarão até a dignidade ser um sentimento/ação de rebeldia.
* Henrique Bezerra é concluinte do curso de Ciências Sociais da Universidade Federal de Alagoas e militante de organização popular autônoma.
Referências:
MARTINS FILHO, João Roberto. Rebelião estudantil: 1968 – México, França e Brasil. Campinas, SP: Mercado das Letras, 1996.
POERNER, Artur José. O poder jovem: história da participação dos estudantes brasileiros. 2ª edição: revistada, ilustrada e ampliada. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1979.
ROCHA, Bruno Lima. A comissão da verdade e o silêncio dos culpados. Março de 2012. Artigo visualizado em 28 Março de 2012. No portal: http://www.estrategiaeanalise.com.br
VALLE, Maria Ribeiro do. A morte de Edson Luís e a questão da violência. In
MARTINS FILHO, João Roberto (org.). 1968 faz 30 anos. Campinas, SP: Mercado das Letras; São Paulo: Fapesp; São Carlos, SP: Editora da Universidade de São Carlos, 1998
VENTURA, Zuenir. 1968: O ano que não terminou. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1988.
Retirado do site: http://www.estrategiaeanalise.com.br/ler02.php?idsecao=e8f5052b88f4fae04d7907bf58ac7778&&idtitulo=4f589593d3fdba7ccb80f87d147e0c07
quinta-feira, 22 de março de 2012
Racismo e Violência Policial, Duas Faces da Mesma Moeda!
NESSE DIA 22 DE MARÇO DE 2012 ESTIVEMOS REUNIDOS LEMBRANDO OS 06 MESES DO ASSASSINATO DO ESTUDANTE AFRICANO TONNY BERNARDO. QUE FOI BRUTALMENTE ASSASSINADO PELO CORPO “PROTETOR” DO ESTADO, QUE APENAS SERVE PARA PROTEGER A ELITE DA SOCIEDADE E OS DOMINADORES DONOS DO ESTADO. OS POLICIAIS ASSASSINOS DO ESTUDANTE SE ENCONTRAM EM LIBERDADE POR SEREM RÉUS PRIMÁRIOS E POR TER SIDO ALEGADO PELA JUÍZA DA 8ª VARA DA CAPITAL, QUE NÃO TIVERAM INTENSÃO DE MATAR.
NOSSA MEMÓRIA NÃO ESQUECE, ISSO AINDA ACONTECE!
RACISMO E VIOLÊNCIA POLICIAL, DUAS FACES DA MESMA MOEDA.
REUNIÃO OCORRIDA NO INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS (ICHS) DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO (UFMT), AS 19 HORAS DO DIA 22/03/2012.
RACISMO E VIOLÊNCIA POLICIAL, DUAS FACES DA MESMA MOEDA.
REUNIÃO OCORRIDA NO INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS (ICHS) DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO (UFMT), AS 19 HORAS DO DIA 22/03/2012.
LOGO ESTARÁ SENDO POSTADO VIDEO QUE FIZEMOS SOBRE ESSE CASO E OUTRO TEXTO MAIS EXPLICATIVO COM AS FALAS DOS PARTICIPANTES DA MESA DE DISCUSSÃO.... AGUARDEM!
quinta-feira, 17 de junho de 2010
domingo, 23 de maio de 2010
Esse panfleto foi distribuído durante a 22ª Romaria dos Trabalhadores que aconteceu na região do Coxipó,
na baixada cuiabana, no dia de Luta dos Trabalhadores (1º de Maio).A luta dos trabalhadores não pode ser limitada apenas em uma data, mas sim todos os dias. Nos locais de trabalho, nas escolas e nos bairros.
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